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    <title>Paraguai : bases do isolamento</title>
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      <name>Altoé, Geraldo</name>
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    <updated>2022-05-20T18:01:52Z</updated>
    <published>1978-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Título: Paraguai : bases do isolamento
Autor(es): Altoé, Geraldo
Abstract: RESUMO: O Paraguai foi o primeiro núcleo de civilização indoeuropéia formado no Rio da Prata e cenário dos primeiros direitos concedidos ao povo para, plebiscitariamente, eleger suas autoridades. Contrastando com a imensidão territorial, a "Província Gigante de índias", foi se reduzindo e emudecendo, com o decorrer do tempo. Seu drama inicial consistiu, pois, em sua mediterraneidade, e em sua luta contra o meio físico e, aos poucos, a incompreensão dos povos vizinhos. Determinações de interesses da Coroa Espanhola ou de solicitações de autoridades coloniais, foram mutilando territorialmente o Paraguai, enclausurando-o entre os dois grandes rios. Apenas sete anos depois de sua criação, a Província deixou de existir, por constantes desmembramentos. Se isso ocorreu no aspecto geográfico, não menos deprimente foi a acomodação populacional a essa queda e a essa perda, conformando-se no quadrilátero de sua geografia. O "Paraguai espiritual", porém, rompeu estas fronteiras que se haviam restringido de modo tão intensivo. Mas, ao lado do grande benefício que as Reduções representaram para os índios isolou-os de tal modo que, embora fazendo deles uma sociedade cristã, não os preparou para uma sociedade civil; depois de expulsos os Jesuítas, aos poucos voltaram à vida das selvas, incapazes de serem absorvidos e integrados na sociedade que se formou. No momento da Independência, como não lutaram os paraguaios contra um inimigo comum, não tiveram a base para sua integração nacional, e o povo permaneceu inerte e alheio a qualquer manifestação de sentimento cívico. Neste ambiente dócil e submisso, foi fácil impor una autoridade excepcional, o que ocorreu, primeiramente com o Dr. Francia e, depois, com os López. Aduzindo motivos externos de opressão e de garantias internas de segurança, os Ditadores adotaram o princípio do "isolamento" externo e da "ignorância" interna, bases que garantiram um poder discricionário que não encontrou contestação ou oposição. Quando Solano López quis reabrir geograficamente o Paraguai, imolou o "obediente rebanho" na grande hecatombe que foi a Guerra, aniquilando a população e o país. Posteriormente, com enormes lutas e sacrifícios, os governos têm procurado levantar o Paraguai; mas, se conseguiram libertá-lo do "isola mento" o conduziram a una política "dependente", sobre tudo de seus dois grandes vizinhos: Brasil e Argentina. Por isso adotou uma "política pendular" em busca dos interesses da "Soberania Nacional".
Descrição: Orientador: Prof. Dr. Roy Arthur Glasgow; Dissertação (mestrado em História) - Universidade Federal Fluminense, 1978.</summary>
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