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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorLima, Neilaine Ramos Rocha dept_BR
dc.contributor.authorCardoso, Ana Lúcia Tomazpt_BR
dc.date.accessioned2026-08-27T11:59:42Z-
dc.date.available2026-08-27T11:59:42Z-
dc.date.issued2026pt_BR
dc.identifier.citationCARDOSO, Ana Lúcia Tomaz. Regimes de historicidade e o ensino de história: uma análise da percepção do tempo na cultura prisional. 2026. 105, [9] f. Dissertação (mestrado profissional em Ensino de História) - Universidade Estadual de Maringá, 2026., Maringá, PR.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/10404-
dc.descriptionOrientador: Profa. Dra. Neilane Ramos Rocha de Lima.pt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado profissional em Ensino de História) - Universidade Estadual de Maringá, 2026.pt_BR
dc.description.abstractRESUMO: A presente dissertação tem come tema o ensino de História no sistema prisional, a partir dos regimes de historicidade, a fim de compreender como a experiência da reclusão e a relação dos indivíduos com o tempo moldam a apropriação do conhecimento histórico. A importância da investigação consiste em verificar os impactos dos regimes de historicidade, das diferentes temporalidades e das percepções do tempo na subjetividade do aluno no espaço prisional. A partir de uma metodologia que combinou revisão bibliográfica e estudo de caso, analisou-se como o ensino de História pode reclaborar a percepção temporal dos apenados, transformando o tempo de prisão em tempo de aprendizagem e contribuindo para a construção de um horizonte de expectativa para além do cárcere. Como referencial teórico utilizamos François Hartog para discutir como as sociedades articulam passado, presente e futuro; Reinhart Koselleck para os conceitos de "espaço de experiência" e "horizonte de expectativa"; e Michel Foucault para entender as estruturas de poder e disciplina do sistema penal. Ao final, foi proposta e realizada uma aula-oficina, tendo como ponto de partida as canções O Tempo Não Para (1988) e Canção pro Tempo (2017), com o objetivo de conduzir as pessoas privadas de liberdade à reflexão sobre as percepções de tempo. Utilizaram-se músicas que são fontes históricas que refletem o cotidiano, as ideologias e os sentimentos, desenvolvendo a capacidade crítica e reflexiva dos educandos, colaborando para a construção de seus horizontes de expectativa e para seu processo de reintegração social.pt_BR
dc.description.abstractABSTRACT: This dissertation addresses the teaching of History within the prison system through the perspective of regimes of historicity, aiming to understand how the experience of incarceration and individuals' relationship with time shape the appropriation of historical knowledge. The significance of this research lies in its examination of the impacts of regimes of historicity, different temporalities, and perceptions of time on students' subjectivity in prison. Employing a methodology that combined a literature review and a case study, the study analyzed how the teaching of History can reshape inmates perception of time. transforming prison time into learning time and contributing to the construction of a horizon of expectation beyond incarceration. The theoretical framework draws on François Hartog's concept of regimes of historicity to discuss how societies articulate past, present, and future; Reinhart Koselleck's concepts of "space of experience" and "horizon of expectation"; and Michel Foucault's analyses of power relations and disciplinary structures within the penal system. In the final stage of the research, a workshop was designed and implemented using the songs O Tempo Não Para (1988) and Canção pro Tempo (2017) as starting points, to encourage people deprived of liberty to reflect on their perceptions of time. The findings indicate that songs function as historical sources that reflect everyday life, ideologies, and emotions, fostering learners' critical and reflective capacities. Furthermore, they contribute to the construction of horizons of expectation and support the process of social reintegration. Thus, History teaching in prison education emerges as an important tool for re-signifying temporal experience and promoting the development of future perspectives beyond confinement.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.publisherUniversidade Estadual de Maringápt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectHistória - Ensino e estudopt_BR
dc.subjectMúsica e históriapt_BR
dc.subjectEducação prisionalpt_BR
dc.subjectReintegração socialpt_BR
dc.subject.ddc907.1pt_BR
dc.titleRegimes de historicidade e o ensino de história : uma análise da percepção do tempo na cultura prisionalpt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.contributor.referee1Pina, Maria Cristina Dantaspt_BR
dc.contributor.referee2Ramos, Marcia Elisa Tetépt_BR
dc.publisher.departmentDepartamento de Históriapt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ensino de História (PROFHISTÓRIA)pt_BR
dc.subject.cnpq1Ciências Humanaspt_BR
dc.publisher.localMaringá, PRpt_BR
dc.description.physical105, [9] f.pt_BR
dc.subject.cnpq2Históriapt_BR
dc.publisher.centerCentro de Ciências Humanas, Letras e Artespt_BR
dc.contributor.advisorLatteshttp://lattes.cnpq.br/7939358433295626-
dc.contributor.authorLatteshttp://lattes.cnpq.br/2105310518236876-
dc.contributor.advisorOrcidhttps://orcid.org/0009-0000-9383-4474-
Aparece nas coleções:2.6 Dissertação - Ciências Humanas, Letras e Artes (CCH)

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