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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.advisorCampagna, Angela Mariapt_BR
dc.contributor.authorBoselli, Alisson Piovezanpt_BR
dc.contributor.otherGuerra, Leorides Severo Duartept_BR
dc.contributor.otherLini, Renata Sanopt_BR
dc.contributor.otherUniversidade Estadual de Maringápt_BR
dc.contributor.otherDepartamento de Farmáciapt_BR
dc.contributor.otherPrograma de Pós-Graduação em Assistência Farmacêutica - PROFARpt_BR
dc.date.accessioned2025-11-13T12:38:47Z-
dc.date.available2025-11-13T12:38:47Z-
dc.date.issued2025pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/9451-
dc.descriptionOrientador: Prof. Dra. Angela Maria Campagnapt_BR
dc.descriptionCo-orientador: Prof. Dr. Leonides Severo Duarte Guerrapt_BR
dc.descriptionDissertação (mestrado em Assistência Farmacêutica) - Universidade Estadual de Maringá, 2025pt_BR
dc.description.abstractRESUMO: Introdução. O cuidado farmacêutico inclui diversos serviços específicos voltados aos pacientes, famílias e comunidades. Entre as atividades, está a orientação sobre o uso racional de medicamentos para promover, proteger e restaurar a saúde e evitar doenças, como por exemplo, os transtornos mentais. Os transtornos mentais são de alta prevalência e incapacitantes, afetando a qualidade de vida, entendida como a percepção que um indivíduo tem de seu próprio estado de vida. O tratamento dos transtornos mentais envolve a psicoterapia e o uso de medicamentos, mas é necessário estar atento ao uso inadequado, às potenciais interações e reações adversas que podem causar. Objetivo. Verificar a influência da intervenção farmacêutica nos sintomas de depressão, ansiedade, estresse e qualidade de vida. Método. Trata-se de um estudo de intervenção farmacêutica (aprovado com parecer n° 6.233.748), do DFA/UEM e a Secretaria de Saúde de Ângulo/PR. Os dados foram coletados por meio de uma entrevista incluindo dados sociodemográficos, clínicos, e sobre o uso de medicamentos, e das escalas de Depressão, Ansiedade e Estresse (DASS-21) e Qualidade de Vida (SF-36). Posteriormente, foram realizadas consultas farmacêuticas para aplicação de intervenção e avaliação dos resultados após a intervenção. Resultados. Da amostra total (N=39), 79,5% eram mulheres, a média de idade dos participantes era 40 anos ou mais (66,6%), casados (61,5%), trabalhadores (89,7%), e com ensino superior (53,8%). Os transtornos ansiosos, depressivos e do sono se destacaram neste estudo, refletindo na alta frequência de uso de antidepressivos. Houve alta frequência de não adesão (56%), e interações medicamentosas (n=141). De maneira geral, os níveis de depressão, ansiedade e estresse reduziram após intervenção farmacêutica. Também houve a migração do número de entrevistados entre os subníveis de cada domínio da escala de qualidade de vida, em subníveis que demonstravam baixa qualidade de vida, para subníveis que demonstram melhor qualidade de vida. Conclusão. Os resultados mostraram que a intervenção farmacêutica foi um fator positivo, contribuindo para melhora nos sintomas de saúde mental.pt_BR
dc.description.abstractABSTRACT:Introduction: Pharmaceutical care includes several specific services aimed at patients, families, and communities. Activities include guidance on the rational use of medications to promote, protect, and restore health and prevent illnesses, such as mental disorders. Mental disorders are highly prevalent and disabling, affecting quality of life, understood as an individual's perception of their own state of life. Treatment for mental disorders involves psychotherapy and medication, but attention must be paid to inappropriate use, potential interactions, and the adverse reactions they may cause. Objective: To assess the influence of pharmaceutical intervention on symptoms of depression, anxiety, stress, and quality of life. Method: This is a pharmaceutical intervention study (approved under opinion No. 6,233,748) conducted by the Federal District of Minas Gerais (DFA/UEM) and the Ângulo/PR Health Department. Data were collected through interviews including sociodemographic, clinical, and medication use data, as well as the Depression, Anxiety, and Stress Scale (DASS-21) and Quality of Life (SF-36). Subsequently, pharmaceutical consultations were conducted to implement the intervention and evaluate post-intervention results. Results. Of the total sample (N=39), 79.5% were women, the mean age of participants was 40 years or older (66.6%), married (61.5%), employed (89.7%), and with higher education (53.8%). Anxiety, depressive, and sleep disorders stood out in this study, reflecting the high frequency of antidepressant use. There was a high frequency of nonadherence (56%) and drug interactions (n=141). Overall, levels of depression, anxiety, and stress decreased after pharmaceutical intervention. There was also a shift in the number of respondents between the sublevels of each domain of the quality of life scale, from sublevels demonstrating poor quality of life to sublevels demonstrating better quality of life. Conclusion: The results showed that pharmaceutical intervention was a positive factor, contributing to improvements in mental health symptoms.pt_BR
dc.format.extent98 f.pt_BR
dc.format.mimetypeapplication/pdfpt_BR
dc.languagePortuguêspt_BR
dc.subjectAssistência farmacêuticapt_BR
dc.subjectTranstornos mentaispt_BR
dc.subjectPsicofármacospt_BR
dc.subjectQualidade de vidapt_BR
dc.subject.ddc615.1pt_BR
dc.titleImpacto da intervenção farmacêutica na adesão ao tratamento e qualidade de vida de pacientes com depressão, ansiedade e estressept_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
Aparece nas coleções:2.3 Dissertação - Ciências da Saúde (CCS)

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