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http://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/9471Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.advisor | Borges, William Antonio | pt_BR |
| dc.contributor.author | Batista, Luiz Eduardo Pereira | pt_BR |
| dc.contributor.other | Universidade Estadual de Maringá | pt_BR |
| dc.contributor.other | Centro de Ciências Sociais Aplicadas | pt_BR |
| dc.contributor.other | Programa de Pós-Graduação em Administração | pt_BR |
| dc.date.accessioned | 2025-11-27T17:14:52Z | - |
| dc.date.available | 2025-11-27T17:14:52Z | - |
| dc.date.issued | 2025 | pt_BR |
| dc.identifier.citation | BATISTA, Luiz Eduardo Pereira. Somos sujeitos de circunstâncias: uma cartografia sobre a calibragem que organiza a sociedade. 2025. 230 f. Tese (doutorado em Administração) - Universidade Estadual de Maringá, 2025, Maringá, PR. | pt_BR |
| dc.identifier.uri | http://repositorio.uem.br:8080/jspui/handle/1/9471 | - |
| dc.description | Orientador: Prof. Dr. William Antonio Borges | pt_BR |
| dc.description | Tese (doutorado em Administração) - Universidade Estadual de Maringá, 2025 | pt_BR |
| dc.description.abstract | RESUMO: Meu desejo com esta cartografia foi me permitir a diversas aberturas e ver no que dava. Fui e comecei, sem ter necessariamente um objetivo prévio. A linguagem foi tomada como máquina performativa que [des]organiza o sensível, [des]constrói sujeitos e redistribui o possível. Escrevendo o que me atravessava, o que escrevia me atravessava. E, talvez, o fato de eu ser latino-americano seja uma das coisas que mais me atravessam. Somos sujeitos de circunstâncias. Daí, você vai logo perceber que esta tese é formada por alguns cortes e alguns fluxos. Porque isto é uma cartografia de inspiração deleuze-guattariana com as imagens de fluxo/corte, devir, rizoma e corpo sem órgãos, e eu sou um autor latino-americano embranquecido, tentando aprender a saltar de paraquedas coloridos de Krenak frente à queda do céu de Kopenawa. O que você vai ler é o manifesto do meu processamento subjetivo esquizoanalítico com uma boa dose de performatividade butleriana. Tentei ser apenas rizomático pós-estruturalista, mas me vi imbricado, ao mesmo tempo, com uma arborescência que me ia formando ao longo do tempo. Há, então, aqui coexistências, apenas supostamente, impossíveis. Por exemplo, acho que nem Marx e nem Foucault vão se revirar no túmulo1 . É que aqui vai a minha visão: a visão latino-americana de uma cara embranquecido. Imagino que já tenha uma ideia do paradoxo frente aos conflitos de [re]territorialização e de [sobre]codificação na América Latina que vão surgir aqui. Neste percurso cartográfico rizomático-arborescente, latino-subjetivo, levanto o conceito de "calibragem do adjunto adverbial" como tecnologia de poder que combina disciplina e controle, ao produzir as subjetividades. Penso que, ao assim sinalizar o papel da calibragem bem como mobilizar a performatividade da linguagem como campo de batalha, proponho não apenas uma crítica, mas uma convocação: assumir o direito de ser bastardo, vira-lata, excessivo e insuportavelmente vivo. Eis a minha contribuição, que, para muitos, pode ter sido um fracasso. E talvez seja. O fato é que, pra gente, latino-americana, tem de dar errado. Caso contrário, se der muito certo, é porque nos embranquecemos por demais da conta. É porque nossa performatividade está calibrada pra caralho. E, mesmo assim, se vosmecê ainda quiser ler, escolha uma bebida que lhe agrade. Pois eu escrevi cada linha deste texto bebendo. Acho que burbão foi o instrumento de coleta e de análise mais empregado aqui. Boa sorte. Boa leitura. Que de alguma forma estejamos juntos nessa peleja, pois, querendo ou não, a gente sempre está. Pois somos um só, apesar de muitos. Já encheu o copo? Desejo que esta tese seja pra você o que esta tese foi pra mim: um tesão. Um brinde! Tamo junto, irmão! | pt_BR |
| dc.description.abstract | ABSTRACT: My desire with this cartography was to allow myself to multiple openings and see what would come of it. I went ahead and began, without necessarily having a prior objective. Language was taken as a performative machine that [dis]organizes the sensible, [de]constructs subjects, and redistributes the possible. Writing what crossed through me, what I wrote also crossed through me. And perhaps the fact that I am Latin American is one of the things that most permeates me. We are subjects of circumstance. Hence, you will soon notice that this thesis is composed of cuts and flows. Because this is a cartography of Deleuze-Guattarian inspiration with the images of flow/cut, becoming, rhizome, and body without organs, and I am a whitened Latin American author trying to learn to jump with Krenak's colorful parachutes before Kopenawa's falling sky. What you will read is the manifesto of my schizoanalytic subjective processing with a good dose of Butlerian performativity. I tried to be only a post-structuralist rhizome, but I found myself entangled, at the same time, with an arborescence that was forming me along the way. There are, then, here, supposedly impossible coexistences. For example, I don't think either Marx or Foucault will turn in their graves. Here goes my vision: the Latin American vision of a whitened guy. I imagine you already have a sense of the paradox in the face of the conflicts of [re]territorialization and claim the right to be bastard, mongrel, excessive, and unbearably alive. This is my contribution, which, for many, may have been a failure. And perhaps it is. The fact is that, for us, Latin Americans, it has to go wrong. Otherwise, if it goes too well, it's because we have whitened ourselves far too much. It's because our performativity is overly calibrated as hell. And still, if you nevertheless wish to read on, choose a drink that pleases you. For I wrote every line of this text while drinking. I think bourbon was the most employed instrument of collection and analysis here. Good luck. Good reading. May we somehow be together in this struggle, because, whether we like it or not, we always are. For we are one, despite being many. Have you filled your glass yet? I wish this thesis to be for you what it was for me: pure desire. Cheers! We're in this together, brother. | pt_BR |
| dc.format.mimetype | application/pdf | pt_BR |
| dc.language | Português | pt_BR |
| dc.rights | openAccess | pt_BR |
| dc.subject | Cartografia (método) | pt_BR |
| dc.subject | Organização social | pt_BR |
| dc.subject | Identidade | pt_BR |
| dc.subject | Subjetividade | pt_BR |
| dc.subject | Linguagem | pt_BR |
| dc.subject.ddc | 305.8 | pt_BR |
| dc.title | Somos sujeitos de circunstâncias : uma cartografia sobre a calibragem que organiza a sociedade | pt_BR |
| dc.type | Tese | pt_BR |
| dc.contributor.referee1 | Rampazo, Adriana da Silva Vinholi | pt_BR |
| dc.contributor.referee2 | Castro, André Luís de | pt_BR |
| dc.contributor.referee3 | Nascimento, Maurício Reinert do | pt_BR |
| dc.contributor.referee4 | Moscheta, Murilo dos Santos | pt_BR |
| dc.subject.cnpq1 | Ciências Humanas | pt_BR |
| dc.publisher.local | Maringá, PR | pt_BR |
| dc.description.physical | 230 f. | pt_BR |
| dc.subject.cnpq2 | Sociologia | pt_BR |
| Aparece nas coleções: | 3.7 Tese - Ciências Sociais Aplicadas (CSA) | |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
| Luiz Eduardo Pereira Batista_2025.pdf | 1,85 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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